Mais uma vez…

Junho 24, 2009

O que mais me admira no ser humano? Com certeza, sua capacidade de produzir suas próprias condições de existência.

Ontem, por exemplo, não estava bem. Triste, cansado, exausto… Acordei estressado, permaneci o dia com alto poder de irritabilidade. Não porque queria, apenas porque não conseguia achar motivos para ser o contrário. Porém, o final da noite melhorou e o dia hoje já começou MUITO bem!

Não, não aconteceu nada disso que você está pensando. Não achei dinheiro perdido, não adoeci para ser dispensado das últimas provas, não conheci o amor da minha vida na fila da cantina. Mas isso eu não esperava que ocorresse mesmo…

O que aconteceu, bom, é que hoje ainda estou vivo e a cada dia sinto que me distancio mais de um passado que não quero retornar e me aproximo mais de um futuro que pode ser, dependendo do seu ponto de vista, terrivelmente belo.

Agora vou correr para pegar meu abadá do Planeta Micarina. Abraços!

Estou transbordando de felicidade, fé e esperança.

Sem muitas palavras para hoje, deleitem-se:

De tudo, meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor ( que tive ) :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

(Vinícius de Moraes – Soneto da Fidelidade)

***

Yan apaixonado? Será? Será? Quem sabe?

“Antes que fama, que dinheiro, que amor: conceda-me a verdade”